
POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
198º ANIVERSÁRIO DE CRIAÇÃO DA DIVISÃO MILITAR DA GUARDA REAL DE POLÍCIA
PRO LEGE VIGILANDA
"GRUPO DOS BARBONOS"
Aos três dias do mês de julho do ano de dois mil e sete, os Coronéis signatários, encaminham ao Exmo Sr Coronel PM Ubiratan de Oliveira Ângelo, mui digno Comandante Geral da Bicentenária Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro; ao Exmo Sr Delegado de Polícia Federal José Mariano Benincá Beltrame, Secretário de Estado de Segurança Publica; ao Exmo Sr Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho e a todos os Cidadãos Brasileiros, através dos órgãos da mídia, o presente documento contendo as principais e urgentes necessidades dos Oficiais e Praças da Corporação, objetivando resgatar a cidadania, a dignidade pessoal e profissional de todos nós, permitindo que possamos cumprir as nossas missões constitucionais, servindo e protegendo cada cidadão desse estado, mesmo com o sacrificio de nossas vidas.
Ressalte-se, que as necessidades em questão não tiveram origem neste governo, pois trata-se de conseqüência de décadas de descaso; de falta de comprometimento de governantes e de irresponsabilidade de inúmeras administrações. O grupo escolheu este momento por entender que o mesmo é extremamente oportuno, tendo em vista a postura favorável da atual administração estadual que elegeu a segurança pública como prioridade dentre todas as prioridades do estado. Insta esclarecer que o documento tem por foco externar os principais anseios Institucionais e foi redigido por um restrito grupo de ocupantes do último posto da hierarquia da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, todos, em pleno exercício de cargos da maior relevância interna corporis.
Os Coronéis signatários são contemporâneos de agruras, aspirações e decepções ao longo de mais de 30 (trinta) anos de serviço ativo e tendo por objetivo o desejo de que, ao menos agora, à chegada ao topo da escalada, como legítimos representantes, propor e desenvolver atividades concretas para a promoção de mudanças objetivas no quadro de falência múltipla da Polícia Militar que hoje se apresenta, certos de que devem agir assim, senão por imposição legal, por obrigação moral de fazer algo para reverter tal quadro. O "Grupo dos Barbonos", referência derivada da denominação histórica da sede do Quartel do Comando Geral da Corporação, tem parâmetros claros de atuação, tendo sido sua existência, constituição e finalidade, objeto de prévia cientificação não apenas ao mandatário direto da PMERJ, seu digno Comandante Geral, como também à pessoa do Exmo Sr Secretário de Estado de Segurança Pública.
Nós desejamos, com enfoque na mais absoluta transparência e sem olvidar um só segundo sequer dos preceitos basilares corporativos, a hierarquia e a disciplina militares, não apenas externar necessidades urgentes e indispensáveis, alusivas às muitas dezenas de milhares de homens e mulheres que labutam em nossa profissão policial militar e aos seus dependentes, como também sensibilizar a maior autoridade do Poder Executivo do Rio de Janeiro, para que as satisfaça. Os nossos parâmetros são a busca ininterrupta dos objetivos institucionais; não recuar jamais nessa busca; a preservação da honra e da dignidade profissional; o respeito a hierarquia e a disciplina militares; o apoio integral ao Comando Geral da Polícia Militar, para o desenvolvimento de um projeto de comando para os próximos 4 (quatro) anos, desde que respeitados os objetivos da Polícia Militar e o compromisso de não assumirmos, nesse período, as funções de Comandante Geral ou de Chefe do Estado Maior Geral, em nenhuma hipótese, caso convidados.
Diante do exposto, pontuaremos, de forma concisa e objetiva, as principais, urgentes e indispensáveis necessidades institucionais para que o Policial Militar volte a ser um cidadão brasileiro:
Tópico nº 1 – Estabelecimento, no mínimo, de uma política salarial calcada na integração remuneratória entre as forças policiais do Rio de Janeiro. Em nada colabora com a democracia e mesmo com a necessidade de integração de forças, o fato de termos duas polícias com funções complementares e interdependentes, coabitando o mesmo espaço geográfico, com níveis salariais absolutamente díspares, a ponto de tanto na base, quanto no topo, alcançarem diferenciais próximos de 100 % (cem pontos percentuais). Portanto, urge a implementação da proposta apresentada pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, onde se busca equiparar os vencimentos das duas Instituições, o que possibilitará, principalmente, que o Praça da Polícia Militar possa viver dignamente, afastando-se da situação famélica hoje vivenciada. Os salários famélicos não determinam, mas concorrem para a prática de desvios de conduta (crimes e transgressões disciplinares).Considerando a hora trabalhada pelos integrantes dos níveis iniciais das instituições policiais, um Policial Militar ganha duas vezes menos que um Policial Civil; seis vezes menos que um Policial Militar da Força Nacional de Segurança e quase dez vezes menos que um Policial Federal.
Tópico nº 2 - Retorno aos quadros da Corporação dos milhares de Policiais Militares desviados de função – Fim da Terceirização da Polícia Militar.Por óbvio que seja, resta aqui pontuar que policiais militares são contratados e custeados pelo erário para, mediante concurso público, exercer os misteres constitucionais específicos enumerados na Carta de 1988, ou seja, a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. Promover o retorno dos milhares de Policiais Militares, Oficiais e Praças, que se encontram à disposição de diversos órgãos e autoridades, desviados das funções para as quais foram recrutados, selecionados e formados, e ainda, ganhando gratificações, embora não exerçam funções policiais militares, sobrecarregando todos os Policiais Militares que continuam trabalhando e arriscando as suas vidas em defesa da Sociedade Fluminense. Hoje existem convênios para a cessão de policiais militares nos seguintes órgãos: Banco Central, Tribunal de Justiça, Ministério Público, Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.Convém destacar que a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, que utiliza centenas de policiais militares, não celebrou convênio com a Polícia Militar e não paga qualquer importância pela cessão dos Policiais Militares.
Tópico nº 3 - Solução de continuidade nos processos de admissão da Corporação (Oficiais e Praças) até que sejam supridas integralmente as necessidades elencadas nos tópicos nº 1 e 2.Por coerência e economia de recursos públicos, é mister que novas contratações sejam precedidas da indispensável recuperação salarial e do retorno dos desviados de função, de sorte a possibilitar o aperfeiçoamento quanto à aferição de reais necessidades, bem como a captação de postulantes em níveis cada vez melhores. Em conseqüência, não incorporar nenhum Oficial ou Praça enquanto não forem solucionados os graves problemas citados anteriormente.
Tópico nº 4 – Fim da Etapa de Rancho – Pagamento da Dívida - Autonomia Administrativa – Dotação Orçamentária. Conceder à Polícia Militar a dotação orçamentária específica, desvinculada da verba destinada à alimentação de nossa tropa, que permita a manutenção das edificações, das viaturas e de todos os equipamentos necessários ao desempenho das missões, bem como, permita a aquisição dos recursos materiais indispensáveis para a modernização tecnológica e o correto desempenho das missões de preservação da ordem pública. Basta de se economizar na alimentação da tropa para empregar as sobras como único meio de manter funcionando, mesmo que de modo precário, os aquartelamentos, as viaturas e os equipamentos da Polícia Militar.O Policial Militar, o herói social, merece ser tratado com respeito, portanto, os quartéis favelizados e as viaturas sucateadas não devem fazer parte de nossa rotina. Piorando o quadro esclarecemos que o Estado do Rio de Janeiro paga como etapa diária para alimentação de um Policial Militar o valor de R$ 2,71 e o último repasse de etapas foi relativo ao mês de novembro de 2006, portanto, com 8(oito) meses de atraso, existindo uma dívida de R$ 25.133.620,08 até maio de 2007.O Policial Militar deve receber o ticket alimentação tal como recebe o Policial Civil.
Tópico nº 5 – Promoção de condições dignas de trabalho. Enquanto inexistir uma dotação orçamentária específica e diante da imperiosidade de prover uma alimentação saudável para a tropa, se faz necessário que o poder público promova melhores condições de trabalho. O espaço restrito imposto pelas presentes linhas, embora incompatível com o razoável aprofundamento de tão importante tópico, permite que pontuemos, dentre algumas outras, as seguintes necessidades prementes: - Reforma urgente das edificações (Organizações Policiais Militares), considerando que algumas estão colocando em risco Policiais Militares e o público em geral; - Compatibilizar a carga horária de trabalho de modo a permitir a qualificação profissional do Policial Militar;- Aquisição de viaturas, inclusive blindados;- Aquisição de equipamentos de proteção individual;- Aquisição de armamento e munição;- Aquisição de fardamento para os Alunos dos Cursos de Formação e para os Cabos e Soldados; - Aquisição de recursos tecnológicos destinados ao emprego no sistema de Inteligência (EMG-PM/2) e de Correição da Corporação; - Promover a informatização da Polícia Militar, poupando recursos humanos e agilizando tarefas; e,- Desenvolver em caráter urgente um programa de manutenção, basicamente de viaturas e armamento, para a recuperação do que ainda for servível.
Tópico nº 6 – Estabelecimento e Respeito ao Limite de Carga Horária.Implantar o regime de 44 horas semanais, com pagamento de horas extras proporcionais.
Tópico nº 7 – Saldar a dívida do Estado com o Fundo de Saúde da Polícia Militar. A Polícia Militar possui o seu Sistema de Saúde próprio, custeado pelo Fundo de Saúde da Polícia Militar (FUSPOM), para prover a saúde dos seus milhares de integrantes e de seus dependentes.Os recursos do FUSPOM são oriundos de descontos mensais nos contracheques dos Policiais Militares e de uma contrapartida do Estado, considerando que a inexistência do nosso sistema sobrecarregaria ainda mais as já combalidas redes de saúde estadual e municipal. Entretanto, o Estado não repassa a parcela do erário destinada ao Fundo de Saúde da Corporação, sendo que a dívida atualmente é da ordem de R$ 109.445.098,45 e o último repasse feito foi relativo ao mês de janeiro de 2006. Saldar a dívida é indispensável para que possamos promover a saúde institucional, deixando de economizar na comida para comprar remédios.
Tópico nº 8 – Policiais Militares – Invalidez em Serviço – Triênios Integrais – Pensão Estadual. O Policial Militar arrisca rotineiramente a sua vida em defesa da sociedade, sendo que muitos perdem a vida, deixando os seus dependentes em situação precária, enquanto outros ficam inválidos, impossibilitados de exercer qualquer outra atividade. Nada mais justo que o imediato estabelecimento da integralidade de gratificação por tempo de serviço (triênios) para militares inativados para o serviço policial militar, fruto de incapacidade definitiva adquirida em conseqüência de ato de serviço. O estabelecimento de uma pensão militar estadual, também é urgente, considerando as sérias dificuldades financeiras enfrentadas pelas nossas pensionistas, que precisam sustentar a família e percebem uma pensão irrisória, na maioria dos casos.
Tópico nº 9 – Apoio as propostas de modificação das legislações referentes às promoções.A Polícia Militar precisa do apoio do Executivo e do Legislativo para viabilizar as alterações nas referidas legislações, buscando ter o critério meritório nas promoções de Oficiais e Praças como base e não o critério de tempo de serviço, que contribui para a desqualificação do nosso efetivo. Regularizar as promoções dos Oficiais do Quadro de Oficiais de Administração, atualmente estagnado, motivando os referidos Oficiais que inclusive atuam rotineiramente nas atividades operacionais.As propostas serão debatidas exaustivamente interna corporis, antes de serem apresentadas, enquanto isso não devem ser acolhidas propostas que resultem em aumento ou diminuição de interstícios para promoções de Oficiais ou de Praças. Revogação das legislações que não possuem qualquer interesse Institucional, tais como a Lei n.º 4.024/2002 (promoção do Tenente Coronel ao posto de Coronel após 32 anos de serviço), que deve ser aplicada pela última vez nas promoções de agosto/2007 e a esdrúxula Lei n.º 4.848/2006 (promoção na cédula de identidade), que não possui qualquer legitimidade.
Tópico nº 10 – Apoio para a implantação de um novo Quadro de Distribuição do Efetivo.A Polícia Militar não possui um Quadro de Distribuição de Efetivo (QDE) atualizado, sendo que algumas Organizações Policiais Militares sequer possuem um QDE, o que causa grande prejuízo financeiro para os Policiais Militares, pois exercem funções superiores e não podem perceber a justa contrapartida nos vencimentos.
Tópico nº 11 – Termo Circunstanciado – Projeto Piloto.A confecção dos Termos Circunstanciados pela Polícia Militar já é uma realidade em vários Estados da Federação, permitindo uma melhor prestação de serviço ao cidadão e a racionalização do emprego dos recursos humanos, sobretudo da Polícia Civil. A experiência exitosa realizada no 7º BPM e politicamente interrompida merece ser revivida em um Projeto Piloto.Portanto, a imediata implantação de projeto piloto, contemplando a lavratura de termos circunstanciados e ainda o registro de ocorrências que não contemplem flagrante delito pela Polícia Militar, será benéfica para todos, principalmente para o povo fluminense. Convém destacar que em consulta realizada através da Secretaria de Estado de Segurança Pública à Procuradoria Geral do Estado, mereceu parecer favorável quanto a elaboração do Termo Circunstanciado previsto na Lei 9099/95 pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
Tópico nº 12 - Adoção de mecanismos legais compatíveis, no sentido de que apenas os ocupantes dos cargos de Comandante Geral e de Chefe do Estado Maior da Corporação possam exceder o tempo máximo de permanência no posto de Coronel na condição de ativos. Não existe qualquer interesse Social ou Institucional, qualquer motivo que determine tal privilégio, qualquer finalidade a ser alcançada e nem mesmo faz sentido que cargos outros, marcadamente externos à Corporação, gozem de tal prerrogativa. Portanto, deve-se revogar em caráter de urgência todas as legislações estaduais que permitem que Coronéis permaneçam no serviço ativo, após os 6 (seis) anos da última promoção e não legislar mais nesse sentido absurdo. Toda legislação deve obedecer ao interesse social e ao interesse institucional, essas legislações não alcançam tais interesses, restringindo-se a interesses pessoais ou de pequenos grupos que desejam um tratamento privilegiado. Portanto, urge promover a revogação de tais privilégios concedidos através de modificações no parágrafo primeiro, do artigo 96, da Lei n.º 443, de 1 de julho de 1981, realizadas por meio da Lei n.º 4.043, de 30 de dezembro de 2002 e Lei 5.019, de 19 de abril de 2007.
Hildebrando Quintas ESTEVES Ferreira – Coronel Diretor Geral de Finanças;
Paulo Ricardo PAÚL – Coronel Corregedor Interno;
Gilson PITTA Lopes – Coronel Chefe da Segunda Seção do Estado Maior Geral;
Dario CONY dos Santos – Coronel Comandante da Escola Superior de Polícia Militar;
Rodolpho Oscar LYRIO Filho – CoronelComandante da Academia de Polícia Militar – D. João VI;
LEONARDO PASSOS Moreira – Coronel Chefe do Centro de Comunicações e Informática;
Francisco Carlos VIVAS – Coronel Diretor Geral de Apoio Logístico;
Ronaldo Antonio de MENEZES – Coronel Comandante do Batalhão de Polícia Rodoviária;
Renato FIALHO Esteves – Coronel Comandante do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças.
13 comentários:
Parabéns, Srs Coronéis PMs.
O texto está escorreito!
TENHO QUE RELAMENTE TIRAR O CHAPÉU PARA ESSES GRANDES PROFISSIONAIS,QUE EM MOMENTO ALGUM FORAM INSUBORDINADOS A SEUS SUPERIORES,E JUSTISSIMA AS REVINDICAÇÕES. PARABENS SENHORES CORONEIS.
Parabens pela coragem!!!
Parabens pela coragem!!!
Parabens pela coragem!!!
Parabens pela coragem!!!
Parabens pela coragem!!!
Parabens pela coragem!!!
Parabens pela coragem!!!
Parabens pela coragem!!!
Parabens pela coragem!!!
Parabens pela coragem!!!
Parabens pela coragem!!!
Esta carta histórica dos Coronéis PM do GRUPO DOS BARBONOS arrepiou-me. Dá vontade de voltar a ativa e me enlaçar nesta empreitada heróica. Faz-me acreditar que existem homens de bem e regidos pela honestidade de propósitos...A VERDADE PRECISOU SER DITA E BEM DITA. Veio para mostrar tanto ao público interno quanto ao externo o que se passa nesta SECULAR INSTITUIÇÃO, que esgotada, mas não vencida, se entrega, através de seus componentes, diuturnamente com o risco do maior patrimônio que todo ser humano tem (A PRÓPRIA VIDA...quem se arrisca???!!!) à uma sociedade - acuada pelo pouco caso das autoridades responsávies pela atual política brasileira.
Todos os cidadãos dignos, para o bem comum devem apoiar este momento único e verdadeiro que estes valorosos Coronéis escarnaram e expuseram com galhardia e transparência. É inevitavel; o povo precisa energicamente postular e exigir do governo a defesa da incolumidade física de todos.
OS BARBONOS DERAM O PRIMEIRO PASSO...ABRAM ALAS QUE A TROPA VAI PASSAR!
Basta de blá, blá, blá! Chega de explicações esvaziadas e adiadas "seculos, seculorum".
DÊEM À SOCIEDADE FLUMINENSE O DIREITO DE IR E VIR. HOJE ELA FICA SEM SABER SE PODE CHEGAR A ALGUM LUGAR COM SEGURANÇA. ESTAMOS PRECISANDO DE ATITUDE.
POVO CARIOCA: CHEGOU A HORA DA VERDADE! AÇÃO...AÇÃO...AÇÃO!
Marcio Romero Azevedo
Ten Cel PM RR
Sai do anonimato!
A exposição pode ser perigosa, mas areja a alma e constrói novos horizontes!
Marcio Romero Azevedo
Ten Cel RR
Prezado Tcel Romero
Realmente,chegou a hora da verdade, a nossa hora. o cálice transbordou!
Saudações
A indignação vem de longa data, diante do descaso dos nossos governantes e aceitação de Comandantes da PMERJ (passiva até os dias de hoje). Mas basta! Não queremos mais esta situação; não podemos suportar as agrúrias e injustiças sofridas; não estamos pedindo esmolas, nem inventando o que está acontecendo. Os fatos falam por si mesmos.
A sociedade carioca precisa se ombrear ao Comandante Geral da PMERJ e EXIGIR que se cumpra o teor daquele manifesto; que o governador apareça e se explique, sem demagogia e responda positivamente aos anseios daqueles que devem PRESERVAR A ORDEM E A SEGURANÇA PÚBLICA (só se pode preservar quando existe; se cuida; se mantém). Portanto rogo, em prol, não só pelas necessidades de uma instituição, mas também pela PAZ E TRANQÜILIDADE da nossa CIDADE MARAVILHOSA - possuidora de título recente - CRISTO REDENTOR (mais uma maravilha do mundo).
Que esta informação não se perca e siga uma trilha; desencadeie elos fortes dando conhecimento à todas as pessoas possíveis - aos cidadãos fluminenses - cansados desta situação insustentável no Rio de Janeiro, com total inversão de valores e de comportamentos.
Marcio Romero Azevedo
Ten Cel RR
Urge que nós, da briosa PMERJ, nos mexamos em relação a nossa causa, visto que se bilhões de reais surgiram, DO NADA, para suprir obras faraônicas inerentes ao PAN, não podemos aceitar que nossas viaturas estajam sucateadas, que nossos armamentos estejam tão obsoletos, que nossos hospitais estejam em estado de calamidade, que nossos Batalhões estejam em péssimas condições sobrevivendo com o que sobra da verba direcionada ao rancho, que a APM D. João VI - berço da liderança e do Comando da PMERJ - tenha que se submeter ao quadro em que se encontra e submetendo os Cadetes a uma série de frustrações e desconfortos - fato este que influencia na formação dos mesmos - ,enfim, que ganhemos tão pouco frente ao que encaramos diuturnamente por entre ruas, morros e favelas. Está na hora de pararmos, nos unirmos e de evoluirmos em prol de um futuro melhor para os cidadãos fluminenses.
gostaria que os coroneis revessem a vida do praça enqanto um soldado leva oito anos para ser promovido a cabo um oficial com o mesmo tempo ja e capitao isso sim e um abuso se na verdade quem bate de frente com a vagabundagem e o praça inclusive perdendo suas folgas em depoimentos.
INTEGRAÇÃO SALARIAL entre a Polícia Militar e a Polícia Civil é uma questão de honra social. EQUIPARAÇÃO REMUNERATÓRIA JÁ!
PMERJ E PCERJ TÊM QUE TER SALÁRIOS SIMILARES. Não pode haver salários diferentes entre Polícias do mesmo Estado.
COMPANHEIROS CUIDADO ! QUEREM ACABAR COM A LEI DE 32 , CERTO CEL FIALHO ?
SALÁRIOS DE TODAS AS 27 POLÍCIAS MILITARES DO BRASIL PARA A GRADUAÇÃO DE SOLDADO PM:
Corporação / Salário de Soldado PM
1. Polícia Militar do Distrito Federal - R$ 3.200 (vai para R$ 3.618)
2. Polícia Militar do Estado do Amapá - R$ 1.770
3. Polícia Militar do Estado de Goiás - R$ 1.745
4. Polícia Militar do Estado do Paraná - R$ 1.700
5. Polícia Militar do Estado de Santa Catarina - R$ 1.600
6. Polícia Militar do Estado do Amazonas - R$ 1.546
7. Polícia Militar do Estado de Mato Grosso do Sul - R$ 1.500
8. Polícia Militar do Estado de Alagoas - R$ 1.487
9. Polícia Militar do Estado de Tocantins - R$ 1.455
10. Polícia Militar do Estado de Minas Gerais - R$ 1.332
11. Polícia Militar do Estado da Bahia - R$ 1.264
12. Polícia Militar do Estado de Rondônia - R$ 1.251
13. Polícia Militar do Estado de São Paulo - R$ 1.240
14. Polícia Militar do Estado do Espírito Santo - R$ 1.237
15. Polícia Militar do Estado de Roraima - R$ 1.201
16. Polícia Militar do Estado do Maranhão - R$ 1.200
17. Polícia Militar do Estado de Acre - R$ 1.200
18. Polícia Militar do Estado do Ceará - R$ 1.147
19. Polícia Militar do Estado de Mato Grosso - R$ 1.114
20. Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte - R$ 1.111
21. Polícia Militar do Estado de Sergipe - R$ 1.111
22. Polícia Militar do Estado da Paraíba - R$ 1.080
23. Polícia Militar do Estado do Pará - R$ 1.015
24. Polícia Militar do Estado do Piauí - R$ 1.000
25. Brigada Militar do Rio Grande do Sul - R$ 965
26. Polícia Militar do Pernambuco - R$ 900
27. Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro - R$ 800
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Média de todas as 27 Polícias Militares do Brasil: R$ 1.342,40.
Salário do Soldado da PMERJ = R$ 542,40 abaixo da média nacional.
A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro já está em 27º (último lugar).
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Para atingir a média nacional, o reajuste salarial teria que ser de 67,8%.
O Estado de 2ª maior arrecadação tem uma Polícia Militar com o pior salário do país.
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A Segurança Pública está abandonada no Rio de Janeiro.
CHEGA DE EMBROMAÇÃO E DESCASO!
Agente da Força Nacional de Segurança Pública ganha R$ 7.000,00 por mês.
Parabéns!
Pedimos a Deus para que esse dia chegasse!
Desde de 1980 até os dias de hoje somente tenho conhecimento do Governo ter valorizado a Polícia Militar uma única vez. Foi quando o Secretário de Segurança da época para aceitar o cargo exigiu que antes fosse assinado o aumento. Saudoso General Cerqueira.
Agora, pela primeira vez vejo os Coronéis tomarem uma atitudes corajosa, que sem dúvida será apoiada por toda a tropa até mesmo aqueles mais covardes, traidores e frouxos (que estarão apoiando calados). Os coroneis tem muito mais poder e força política do que imaginam, falta apenas a únião, amizade e ética para consolidar o POder de fato! Parabéns ! Voces devem seguir até a conquista de todos os objetivos a população é totalmente a favor!
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