Estou aqui, há vários dias aguardando uma resposta, até agora nada. Cadê os defensores da PULIÇADA.
ATÉ AGORA, NÃO TIVE RESPOSTA DO MEU COMENTÁRIO...... PORQUE, O CHEFE DE GABINETE DO DEP.DEFENSOR DA PULIÇADA, NÃO RESPONDE, JÁ QUE ELE FICA CALADO.
MAIS UMA VEZ, VENHO DIZER: (29) E AÍ, SR. DEP. VAGNER MONTES, DEFENSOR DAS POLIÇADAS, FAÇA SEU COMENTÁRIO NESTE BOLG, REFERENTE A REPORTAGEM ABAIXO: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX VIGILANTE, GANHA MAIS QUE PMs NO RIO DE JANEIRO
18/02/2009 21:11:00
Com o novo reajuste o piso salarial passa de R$ 690,64 para R$ 752,79, e o tíquete refeição sobe de R$ 7,10 para R$ 7,80
Rio - Em assembléia realizada na noite desta quarta-feira, no Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio, os trabalhadores aprovaram a proposta patronal de 9% de reajuste no salário e 9% no tíquete-refeição, oferecidos pelo Sindicato das Empresas de Segurança (Sindesp) durante mesa redonda com os 12 sindicatos de vigilantes do estado.
Mesmo o que não é expressamente previsto pela Constituição Federal como direito (como é o caso da percepção de soldo não inferior ao salário mínimo por militares), pode representar conquista fundada em legislação infraconstitucional.
A Constituição do Estado do RJ já estabelece a garantia, reconhecida pelo STF, aos integrantes da Políca Militar e do Corpo de Bombeiros Militar: "Art. 92 - Aos servidores militares ficam assegurados os seguintes direitos: I - garantia de salário, nunca inferior ao mínimo..."
O pagamento de soldos abaixo do salário mínimo colide frontalmente com a Constituição Estadual! No RJ, o soldo dos soldados PM/BM permanece inferior ao salário mínimo nacional, perfazendo míseros R$ 236,63.
O Governo do Estado do Rio de Janeiro tem que equiparar o menor soldo da PMERJ e do CBMERJ ao salário mínimo vigente (R$ 465,00). Para isto, precisa dar um reajuste linear de 96,51% para toda a tropa!
Logo e diante o teor da decisão do STF, faço votos que independentemente do esforço legislativo alusivo à aprovação da PEC 24/08, nossas associações de classe tomem as competentes providências legais alusivas à matéria, a fim de resgatar a dignidade salarial da família militar estadual.
3 comentários:
Estou aqui, há vários dias aguardando uma resposta, até agora nada. Cadê os defensores da PULIÇADA.
ATÉ AGORA, NÃO TIVE RESPOSTA DO MEU COMENTÁRIO......
PORQUE, O CHEFE DE GABINETE DO DEP.DEFENSOR DA PULIÇADA, NÃO RESPONDE, JÁ QUE ELE FICA CALADO.
MAIS UMA VEZ, VENHO DIZER: (29)
E AÍ, SR. DEP. VAGNER MONTES, DEFENSOR DAS POLIÇADAS, FAÇA SEU COMENTÁRIO NESTE BOLG, REFERENTE A REPORTAGEM ABAIXO:
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
VIGILANTE, GANHA MAIS QUE PMs NO RIO DE JANEIRO
18/02/2009 21:11:00
Com o novo reajuste o piso salarial passa de R$ 690,64 para R$ 752,79, e o tíquete refeição sobe de R$ 7,10 para R$ 7,80
Rio - Em assembléia realizada na noite desta quarta-feira, no Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio, os trabalhadores aprovaram a proposta patronal de 9% de reajuste no salário e 9% no tíquete-refeição, oferecidos pelo Sindicato das Empresas de Segurança (Sindesp) durante mesa redonda com os 12 sindicatos de vigilantes do estado.
NUNCA PEÇA O QUE VOCÊ NÃO TEM FORÇA PARA TOMAR!
Mesmo o que não é expressamente previsto pela Constituição Federal como direito (como é o caso da percepção de soldo não inferior ao salário mínimo por militares), pode representar conquista fundada em legislação infraconstitucional.
A Constituição do Estado do RJ já estabelece a garantia, reconhecida pelo STF, aos integrantes da Políca Militar e do Corpo de Bombeiros Militar:
"Art. 92 - Aos servidores militares ficam assegurados os seguintes direitos:
I - garantia de salário, nunca inferior ao mínimo..."
O pagamento de soldos abaixo do salário mínimo colide frontalmente com a Constituição Estadual! No RJ, o soldo dos soldados PM/BM permanece inferior ao salário mínimo nacional, perfazendo míseros R$ 236,63.
O Governo do Estado do Rio de Janeiro tem que equiparar o menor soldo da PMERJ e do CBMERJ ao salário mínimo vigente (R$ 465,00). Para isto, precisa dar um reajuste linear de 96,51% para toda a tropa!
Logo e diante o teor da decisão do STF, faço votos que independentemente do esforço legislativo alusivo à aprovação da PEC 24/08, nossas associações de classe tomem as competentes providências legais alusivas à matéria, a fim de resgatar a dignidade salarial da família militar estadual.
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