
As Unidades Pacificadoras (UPP) que implementaram um novo modelo de policiamento comunitário em algumas comunidades do Rio contam com o apoio de seus maiores beneficiários. Estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) comprova que moradores da Cidade de Deus e do Santa Marta aprovam a iniciativa, que marca uma nova política de Segurança do Estado. No total, 90% deles, o policiamento comunitário devem continuar; 95% acham que deve ser estendido a outras favelas.
De acordo com a pesquisa, 63,58% dos moradores da comunidade de Jacarepaguá afirmaram que a segurança de suas famílias melhorou com a presença constante da polícia. Já na favela de Botafogo, o índice chegou a 58,38%.
No quesito tráfico de drogas, a satisfação também é grande: 70,83% dos entrevistados na Cidade de Deus e 69,24% do Dona Marta reconheceram que houve melhora com a presença da polícia. Índices semelhantes de aprovação revelam que a redução nos crimes de homicídio melhorou muito nas comunidades.
Quanto à violência policial, os índices são menores, mas ainda satisfatórios para a Secretaria de Segurança. Na Cidade de Deus, 58,20% dos chefes de família entrevistados consideraram que houve melhora e, no Santa Marta, o índice ficou em 52,96%. A pesquisa da FGV foi realizada entre os dias 22 e 24 de maio. Mil e duzentas pessoas foram ouvidas nas duas comunidades e arredores.
9 comentários:
Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
O Excluído fardado
Policial protesta contra salário em frente a batalhão da PM
O coronel Paulo Ricardo Paúl, ex-corregedor da PM, fez um protesto na manhã desta terça-feira em frente ao Batalhão de Choque, no Centro, contra os baixos salários na corporação. De acordo com o manifestante, policiais têm que trabalhar em suas folgas, os chamados bicos, para complementar a renda familiar. Cansados pela sobrecarga, ficariam mais expostos à violência da cidade.
- Cerca de dez mil pessoas são assassinadas ou desaparecem por ano no Estado do Rio. Enquanto isso, os policiais ganham R$ 30 por dia. Queremos equiparação do salário com o policial do Distrito Federal, onde os salários chegam a R$ 4 mil - disse Paúl.
Com um megafone e um boneco chamado de "excluído fardado", o policial divulgou panfletos para colegas e para pedestres. Ele diz fazer parte do Movimento Cívico Juntos Somos Fortes, que nasceu de mobilização de oficiais e Praças da PM e dos Bombeiros entre os anos de 2007 e 2008. Os grupos ficaram conhecidos como "Coronéis Barbonos" e "40 Evaristos" e criticaram fortemente a política de segurança do governo de Sérgio Cabral.
http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/06/30/policial-protesta-contra-salario-em-frente-batalhao-da-pm-756586305.asp
Se a Cidade de Deus não aprovasse visto que qualquer coisa que implantar nesta comunidade é lucro , visto que infelizmente era uma comunidade entregue as " baratas e aos ratos" era simplesmente refem do tráfico e pior refem dos maus policias.
Infelizmente as obras sociais que ali foram feitas já não existe ~so funciona quando dá ibope. so não entendi que vi uma reportagem alguem da Pm que não me recordo dizendo que este tipo de policiamento foi implantado primeiro em comunidades pequenas . pergunto que eu saiba so o Dona marta e pequeno se a cidade de Deus é pequena eu não sei mais fazer contar .Ajudem essa alma!!1
Irregularidades nos vencimentos dos MILITARES ESTADUAIS (policiais e bombeiros)
Quem ingressa nos quadros da Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros do Rio, hoje em dia, não tem seus direitos constitucionais respeitados.
SOLDO INFERIOR AO SALÁRIO MÍNIMO, PAGO À CATEGORIA, CARACTERIZA UMA OFENSA INDIRETA À CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (INCISO I DO ARTIGO 92). O SOLDO É O SALÁRIO DO MILITAR.
PMERJ e CBMERJ devem exigir, no mínimo, a aplicação do salário mínimo nacional ao soldo do menor grau hierárquico.
Salário Mínimo vigente: R$ 465,00
SOLDO (SALÁRIO) DO MILITAR ESTADUAL (RIO DE JANEIRO):
1º Sargento ------------- R$ 461,89 (inconstitucional e ilegal);
2º Sargento ------------- R$ 419,30 (inconstitucional e ilegal);
3º Sargento ------------- R$ 381,44 (inconstitucional e ilegal);
Cabo -------------------- R$ 330,32 (inconstitucional e ilegal);
Soldado ----------------- R$ 286,78 (inconstitucional e ilegal).
Ser PM no Rio já foi motivo de orgulho. DIGNIDADE É TUDO!
DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos)
Período: Maio 2009
* Salário mínimo nominal: R$ 465,00;
* Salário mínimo necessário: R$ 2.045,06 (Constituição da República Federativa do Brasil, capítulo II, Dos Direitos Sociais, artigo 7º, inciso IV).
Questão salarial - a situação da tropa está cada vez mais difícil.
É preciso acabar com as gratificações de comando!
Esta gratificação é uma propina legalizada.
Sem luta, não há vitória!
Está lançada a campanha contra as disparidades salariais. A conscientização da sociedade é fundamental!
Os comandantes deveriam ter o mínimo de vergonha na cara...
Irregularidades nos vencimentos dos MILITARES ESTADUAIS (policiais e bombeiros)
Quem ingressa nos quadros da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Rio, hoje em dia, não tem seus direitos constitucionais respeitados.
SOLDO INFERIOR AO SALÁRIO MÍNIMO, PAGO À CATEGORIA, CARACTERIZA UMA OFENSA INDIRETA À CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (INCISO I DO ARTIGO 92). O SOLDO É O SALÁRIO DO MILITAR.
PMERJ e CBMERJ devem exigir, no mínimo, a aplicação do salário mínimo nacional ao soldo do menor grau hierárquico.
E a PEC 024/08????
E a PEC 300/08????
Ninguém fala nada!
RJ: Segurança Pública é criticada na favela e no "asfalto"
Pesquisa do Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas) feita com moradores da comunidade de Manguinhos, na zona norte do Rio de Janeiro, e com habitantes de outras regiões e classes sociais da cidade mostrou total descrença no trabalho de prevenção à violência; a segurança pública recebeu nota 2,9.
Segurança do Rio é criticada na favela e pela classe média.
A Política de Segurança Pública do Rio está errada, pois não valoriza o ser humano que veste a farda da Polícia Militar. O maior incentivo do profissional é o salário. Se o pagamento não é suficiente nem para o básico, o nobre agente da Lei fica desestimulado, desmotivado, com problemas de auto-estima.
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