CLIQUE EM SEGUIR

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Cidadão caxiense pede ajuda aos leitores PMs do Militar Legal


Ilmo Sr Tenente Melquisedec,

Boa noite,não sei se os senhor poderá me ajudar,mas espero em Deus que sim,pois não sei onde buscar a ajuda que necessito.Tratase de uma Procura para mim de suma importância.Tenho 43 anos e nunca conheci o meu pai biológico.Minha mãe,por motivos (pessoais dela)nunca havia me revelado quem ele era,ou como ele era,ou sequer a sua profissão,endereço ou seu nome.


Pois bem! Essa semana uma de minha três filhas(a caçula)chamou minha mãe para uma
Conversa em particular e perguntou à sua avó,qual era o nome do seu avó,porque ela teria direito constitucional previsto na lei,de conhece-lo.Foi então que ela conseguiu descobrir tres “pistas”.


A primeira é que a profissão dele é PM,a segunda é que ele é INATIVO, e a terceira é que o seu nome é:GUSTAVO AMÉRICO WERNECK.


Sinceramente,não sei como fazer e nem aonde ir para procura-lo.Só sei com certeza,que o meu coração ficou agitado pela expectativa de encontra-lo Depois de tanto tempo(quase uma vida inteira de ansiosidade).portanto valorosos cidadãos,faço aqui aos senhores policiais militares um apelo!


PELO SAGRADO NOME DO SENHOR JESUS CRISTO,caso algum internauta que acessa seu valoroso blog militar legal ,o conheça por favor avise-o que eu preciso contacta-lo!!!se algum dos senhores conhece esse PM,entrem em contato comigo.Eu preciso conhece-lo,por causa da sua ausência em Minha vida,já sofri demais.Sei que os senhores farão todo o esforço que lhes for humanamente possível para me ajudar nesse sentido.

Meu email para contato é:jjor12ge@yahoo.com.br

O meu orkut é:jjor12ge

Eu não posso dar certeza de que realmente essa pessoa é o meu pai,por isso seria de vital importância conversar em particular com ele.

Tem algumas informações que eu posso fornecer para quem sabe facilitar em alguma coisa,por exemplo:O nome da minha mãe é Deusa Maria Alves da Nóbrega,eu fui gerado em meados de 1964 e nasci em junho de 1965,sou de cor parda,tenho olhos castanhos,cabelo crespo da mesma cor dos olhos,naquela época o BPMERJ daqui de caxias era o antigo 6º.

Ficarei aguardando um possível contato dos valorosos senhores,muito obrigado!!!!

Cordiais saudações em Cristo.


Atenciosamente,


Jorge .

Centro de Reabilitação Renascer atende PMs dependentes químicos


O tema da dependência química ainda é cercado de muitos tabus pela sociedade, mas o que fazer quando este fantasma assola os profissionais da segurança? Para tratar do problema, o Centro de Reabilitação Renascer trabalha, desde 1987, em regime de internação para reverter o drama e ensinar policiais civis e militares e seus familiares a lidar com o vício – seja ele voltado para as drogas, álcool ou mesmo para o jogo.

No sexto andar do Hospital Central da Polícia Militar, no momento, cerca de dez pacientes estão em processo de reabilitação. Após passar por agruras em diversos setores da vida, eles resolveram buscar ajuda e se preparam para renascer, desta vez cientes da condição de dependentes químicos.

- Como entender que o policial, um homem da lei, também transgride? A doença do vício é democrática, não escolhe vítimas - ressalta a psicóloga Leila Alves da Silva, uma das responsáveis pelos pacientes.

Para atender à solicitação da esposa de um PM, o comandante-geral da Polícia Militar à época, Carlos Magno Nazaré Cerqueira, resolveu criar um espaço voltado para o tratamento de integrantes da corporação que precisavam de ajuda. Na época, o então Centro de Reabilitação de Adictos Químicos era voltado apenas para a desintoxicação dos policiais. Mas o que fazer depois da alta? Era uma pergunta ainda sem resposta. O tabu que cerca o tema minguou o trabalho que se iniciava. Em 1989, o centro foi esquecido.

O Renascer voltou a funcionar na segunda gestão do governador Leonel Brizola. Desta vez ampliando a abordagem ao tema e tratando também dos sentimentos e anseios dos dependentes químicos. Os primeiros pacientes eram oriundos do presídio que funcionava na Ilha Grande. De acordo com pesquisas, policiais que trabalham em postos mais isolados estão mais propensos à dependência química.

Ao perceber que precisa, além da vontade própria, receber ajuda para deixar o vício, o paciente chega ao Renascer. Lá, após a assinatura de um contrato de compromisso, começa a reabilitação, que dura 35 dias. Além de medicamentos para fortalecer o sistema imunológico - muitos dependentes sofrem de carências vitamínicas e têm o organismo condicionado ao agente químico -, o paciente é apresentado aos Doze Passos - diretrizes utilizadas por grupos que tratam de dependências químicas como o Alcoólicos Anônimos e Narcóticos Anônimos.

A extensa rotina começa às 6h30 e se estende até as 17h. Entre palestras, atividades artísticas, consultas e trocas de experiências, os pacientes começam a retomar o controle de suas próprias vidas.

Conhecida como a doença da negação, já que o dependente não se aceita como tal, a dependência vinha arrasando a vida do paciente Coragem:

- Sempre faço a Oração da Serenidade e escolhi Coragem para ser meu cognome porque é o que busco aqui. Coragem para enfrentar este problema que vinha afetando não só a mim, mas a toda a minha família - disse ele, com os olhos focados em seu propósito.

Com cognomes escolhidos pelo paciente a partir da inicial de seus nomes, os depoimentos de Felicidade, Atitude, Garra e Liberdade têm em comum a busca por uma vida limpa e longe do vício.

- O que comecei aos 18 anos, como descontração, tornou-se hábito diário. Casei há dois meses e em breve serei pai pela primeira vez. Quero que meu filho tenha orgulho de mim. Percebi que precisava me tratar quando, um dia, ao discutir com minha esposa, a empurrei. Então vi precisava reestruturar a minha vida - disse Liberdade, de apenas 22 anos.

A frase Quando você olhar no rosto de cada um, estará se vendo no espelho repercute entre os pacientes, tamanha a identificação entre as histórias dramáticas vividas por quem busca no Renascer o caminho para uma vida de liberdade, ainda que auto-vigiada. Entre psicólogo, médico, assistente social e fonoaudióloga, cinco conselheiros que vivenciaram o drama da dependência química orientam os pacientes do Renascer a se livrar da dependência. É o caso do sargento Alexandro, que em 2002 ficou internado no Centro para se livrar das drogas:

- Ao receber alta, voltei ao batalhão e encontrei desconfiança por parte de todos, que me vigiavam para tentar perceber algum desvio de conduta. Frequentei também o NA (Narcóticos Anônimos) e, depois de dois anos, fui convidado a trabalhar aqui e passar aos pacientes o exemplo vivo de que o programa do Renascer funciona – atestou o sargento.

O jeito caxias de ser do jornalista Cabral


Greve de PMs do Roraima - Estado pede intervenção da FNS e Exército


O governador José de Anchieta Júnior (PSDB) solicitou ontem ao Ministério da Justiça e ao Ministério da Defesa que a Força Nacional de Segurança e o Exército Brasileiro, respectivamente, atuem para dar um ponto final à greve de policiais e bombeiros militares iniciada na segunda-feira, 30.

Segundo apurou a Folha, a Força Nacional atuaria no policiamento ostensivo nas ruas, enquanto caberia ao Exército desocupar os prédios da PM invadidos por policiais e seus familiares.

Em entrevista à Folha, o comandante da 1ª Brigada de Infantaria de Selva, general Carlos Alberto Barcellos, disse não ter conhecimento do pedido. “Não tenho conhecimento e qualquer decisão nesse sentido deve fluir pelo canal de comando, de acordo como prevê a lei”, informou.

Já o emprego da Força Nacional de Segurança foi autorizado ontem à noite pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, vinculada ao Ministério da Justiça. Conforme a autorização, os policiais atuarão no policiamento ostensivo nas ruas. O dia de hoje será dedicado ao planejamento da operação.

Caso a greve seja encerrada, a atuação da tropa federal também será finalizada, encerrando a convocação dos soldados federais. Por volta das 22h30 de ontem, os líderes do movimento grevista foram chamados para uma conversa na sede do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), no bairro Calungá.

A expectativa é que a qualquer momento poderia encerrar a manifestação. Até o encerramento desta edição, por volta das 23h, ainda não havia terminado a reunião.

Sobre o emprego das tropas federais, o deputado estadual Flamarion Portela (PTN) disse que esse pedido representa a repressão. “A repressão é muito ruim, ela oprime, intimida, sou muito mais o diálogo. Que não haja radicalismo de ambas as partes”, ponderou.

A deputada Aurelina Medeiros defendeu o emprego das forças federais, uma vez que o Estado é responsável pela segurança pública, e que em situações como estas, precisa buscar mecanismos para mantê-la.



Governo diz ser impossível aumento acima dos 14,5%

Em entrevista a uma emissora de TV local ontem, sobre a greve dos policias e bombeiros militares, o governador Anchieta Júnior disse que é impossível conceder o reajuste que eles pediram. O governador esclareceu que, mesmo contrariando o momento de crise no mundo, no Brasil e no Estado, mas em consideração à categoria, juntamente com a equipe da Secretaria de Planejamento e Finanças está fazendo um esforço e propuseram um aumento de 14,5% dividido em duas parcelas: 7,5% a partir abril, e 7% a partir de primeiro de outubro.

Ele lamentou que a atitude de alguns homens da Polícia Militar poderá manchar a história da Polícia de Roraima. Perguntado sobre a paralisação dos professores na semana passada, também com pedido de reajuste salarial, o governador disse que é uma incoerência visto que o próprio presidente Lula (PT) foi à televisão na semana passada e lembrou do seu tempo de líder sindical, mas entende que esse momento é humanamente impossível se falar em aumento salarial.

Os professores, no ano passado, tiveram aumento de 15% além da progressão que eles esperavam há 14 anos. “O governo pagou R$ 40 milhões para mais de cinco mil professores. Temos o melhor salário de professor da federação. Então, nesse momento de crise é bom que o funcionário público tenha bom senso. Estou fazendo um esforço fenomenal para não demitir, para pagar em dia os salários porque entendo que a participação do salário do servidor público na economia local é importante”, argumento.

“Então algumas facções, alguns grupos que representam algumas categorias envolvidas até por alguns políticos que não têm responsabilidade com o nosso Estado, estão sendo induzidas a seguir por esse caminho, mas infelizmente não se pode fazer nada diferente. Lamentavelmente não tenho como discutir questão salarial neste momento”, frisou o governador ao dizer que houve uma queda em torno de 20% na arrecadação.

Com relação aos reajustes salariais diferenciados, a exemplo da categoria dos engenheiros, Anchieta explicou que são situações diferenciadas porque a política salarial é uma questão de gestão. “Em abril do ano passado, começamos a atender algumas categorias e iniciamos pelos engenheiros, que é uma categoria que tem uma legislação vigente que requer um piso de oito salários e meio. Isso é do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea). Por isso, fizemos alguns reajustes diferenciados, porque entendemos que são profissionais que admitem as mais variadas posições dentro do governo”, alegou.

Sobre a lei que prevê o Plano de Cargos e Salários, ele explicou que tem uma equipe formada trabalhando e que estão estudando todas essas variáveis para chegar a um consenso para que a política salarial independa do governador e seja uma política definida como um programa de governo.

“Infelizmente, o momento em que estamos vivendo é muito difícil. No caso da Polícia Militar, nós temos uma determinação judicial em mãos declarando a ilegalidade da greve. Um oficial de justiça tentou entregar esse documento hoje [ontem] pela manhã e foi impossibilitado. Eu não esperava isso da PM, mas acredito que vamos chegar a um acordo. Os homens da segurança pública têm que entender que Justiça é para ser cumprida”, garantiu.

Sobre o risco de demissões em Roraima, o governador falou que está fazendo “um esforço muito grande” para não demitir ninguém e que se a crise não se acentuar, vai poder segurar e manter a folha e o número de funcionários de cargos comissionados. “Dentro de um esforço vamos permanecer assim”, disse.



Comandante da PM cassa porte de arma de policiais

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Jairo Elgaly, decidiu cassar ontem à tarde o porte de arma de todos os policiais militares estaduais, além de suspender a cautela dos armamentos por tempo indeterminado.

A decisão baseou-se na Portaria 002/PM-2, de 15 de fevereiro de 2005, que diz que fica a critério do comandante-geral da corporação, quando envolver disciplina policial militar, cassar imediatamente o porte de arma do policial.

Segundo o coronel Elgaly, essa atitude visa dar maior segurança ao processo de negociação com os policiais aquartelados, a manutenção da hierarquia e disciplina, além de garantir a pacificação do movimento.

Para atender aliados políticos, Cabral enfraquece MP



Os jornais de hoje(01) informam que o MP vai devolver os policiais que estão a sua disposição em 15 dias. Cem policiais militares cedidos ao Ministério Público estadual (MP) serão devolvidos ao Comando-Geral da PM . A medida cumpre o decreto 41.687, de 11 de fevereiro de 2009, do governador Sérgio Cabral. A determinação diz que a partir de março os órgãos público mandem de volta os agentes ou passem a arcar com as despesas dos respectivos salários. Até agora, apenas o MP optou pela devolução,logicamente, porque não possui capacidade financeira como ocorre com o judiciário.


A imprensa tem passado a notícia como se o Governador estivesse preocupado com o número de PMs fora das ruas. Ora, se isso fosse verdade ele não teria baixado outro decreto considerando a serviço policial-militar os PMs que estão na Prefeitura do Rio e na Câmara Municipal.


A verdade, no dia da mentira, é a seguinte: Os políticos estão preocupadíssimos com as investigações do Ministério Público, principalmente a turma do PMDB, que fez um lobby junto ao governador e conseguiram que ele baixasse esse Decreto, obtendo assim uma forma de enfraquecer operacionalmente o MP, ao retirar seus PMs.