CLIQUE EM SEGUIR

quarta-feira, 1 de julho de 2009

PESQUISA GPP-PV NO ESTADO DO RIO SOBRE SEGURANÇA PÚBLICA -20-21/06!


1. Como você se sente em relação à segurança neste governo? Menos seguro 20%. Mais seguro 13,7%. Igual 63,3%.

2. Na Capital. Menos seguro 25%. Mais seguro 12,5%. Igual 59,8%.

3. A segurança pública neste governo? Continuou igual 42,3%. Piorou bastante 10,8%. Piorou um pouco 6,9%. Total 60% / Melhorou bastante 7,9%. Melhorou um pouco 29,8%. Total 37,7%. Portanto em relação ao governo anterior 60% dizem que não melhorou e 37,7% que melhorou, mesmo que pouco.

3. Na Capital: Piorou Bastante + Piorou = 21% + Ficou igual 39,4% = 60,4%.


EX-BLOG DO CM

Comunidades da Cidade de Deus e Dona Marta aprovam UPPs em pesquisa inédita da FGV


As Unidades Pacificadoras (UPP) que implementaram um novo modelo de policiamento comunitário em algumas comunidades do Rio contam com o apoio de seus maiores beneficiários. Estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) comprova que moradores da Cidade de Deus e do Santa Marta aprovam a iniciativa, que marca uma nova política de Segurança do Estado. No total, 90% deles, o policiamento comunitário devem continuar; 95% acham que deve ser estendido a outras favelas.


De acordo com a pesquisa, 63,58% dos moradores da comunidade de Jacarepaguá afirmaram que a segurança de suas famílias melhorou com a presença constante da polícia. Já na favela de Botafogo, o índice chegou a 58,38%.

No quesito tráfico de drogas, a satisfação também é grande: 70,83% dos entrevistados na Cidade de Deus e 69,24% do Dona Marta reconheceram que houve melhora com a presença da polícia. Índices semelhantes de aprovação revelam que a redução nos crimes de homicídio melhorou muito nas comunidades.

Quanto à violência policial, os índices são menores, mas ainda satisfatórios para a Secretaria de Segurança. Na Cidade de Deus, 58,20% dos chefes de família entrevistados consideraram que houve melhora e, no Santa Marta, o índice ficou em 52,96%. A pesquisa da FGV foi realizada entre os dias 22 e 24 de maio. Mil e duzentas pessoas foram ouvidas nas duas comunidades e arredores.